terça-feira, 1 de setembro de 2009

Barman

A luz do sol invade o quarto iluminando e aquecendo todo o ambiente. Acordo com um sentimento maravilhoso que toma conta de mim. Olho para o lado da cama, e ele ainda dorme. Dorme com um anjo. Está nu. Vê-lo assim já me enche de desejos, mas me contenho. Sento-me na cama ao seu lado. Admirando-o adormecido. Fico tentando me lembrar dos acontecimentos da última noite e o que me levou a estar aqui deitada ao lado dele.

Ao entrar naquele bar, não pude deixar de reparar no barman. Ele não era lindo, mas tinha um jeito muito sedutor. Aquele cavanhaque, a pele morena. Sentada em uma mesa, olhava-o discreta, mas incansavelmente. E de repente nossos olhares se cruzaram. Ele sorriu e eu corei. Mas a partir daí ele também não tirava os olhos de mim. Em certo momento, ele me olhou e mordeu os lábios. Molhei. Eu precisava de uma deliciosa noite de prazer e acabei de encontrar alguém que despertou desejos profundos. A noite ia passando e lá estava eu admirando-o e quando me dei por mim eu era a última cliente no bar.

Então ele veio até mim e com um sorriso lindo no rosto se apresentou. Eu sorri e conversamos um pouco. Talvez pelo fato de ter bebido um pouco, eu só pensava em me atirar nos braços daquele homem. Ele me convidou para sairmos dali, pois o bar já iria fechar. Me convidou para terminar o drink no seu apartamento. Sem pensar duas vezes aceitei.

Já no elevador, nos atracamos num beijo alucinado. Suas mãos alisavam minhas coxas que estavam coberta por uma saia de tecido fino. Eu me esfregava naquele corpo, desejosa de ser possuída ali mesmo. Aqueles segundos no elevador pareceram-me uma eternidade.

Adentramos ao apartamento aos beijos... minha blusa foi caindo para um lado.. saia para o outro... sapatos voando nem sei para onde... Cheguei no seu quarto só de calcinha. E nossa... estava ensopada do tesão que eu estava. Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e sem pedir licença já estava lá, sugando minha xoxota com aquela língua maravilhosa... só se deu o trabalho de afastar um pouco minha calcinha. Sua língua entrava em mim sem dó... ele sugava meu grelinho que estava duro e percebendo que eu adorava ser chupada, me castigava. Arrancava gemidos e gritos de prazer.

- Vem meu macho gostoso... hmmmm... vem e me fode.... aiiii.... não aguento mais essa tortura... hmmmmm.... quero ser fodida por você até me acabar.

Antes de me foder, ele ficou de pé na beira da cama, com aquela vara enorme apontando para mim... a cara de safado dele já dizia tudo... ele acariciava seu membro, calmamente e seu olhar de tarado me excitava ao extremo. - Vem vadia... chupa! Não me fiz de rogada. Chupei aquele pau pulsante como uma profissional. Ele me segurava os cabelos e gemia alto... eu lambia cada centímetro daquele monumento. Deixando-o todo molhado de saliva. - Hmmmmmm... delicia... isso... chupa gostoso.... chupa... ahhhhhh...

Ele deitou-se na cama e nem precisou dizer nada, pois, mais uma vez seu olhar denunciava seu desejo... Sentei naquele mastro que sumiu dentro de mim. Eu apenas gemi... ahhhhh.... e comecei a rebolar. Rebolei gostoso... Ele me segurava pelas ancas e sugava-me os seios...Mamava como um bebê..eu delirava... me sentia completamente envolvida por aquele moreno que eu mal conhecia... e a cada estocada dele dentro de mim um grito de prazer era lançado naquele quarto.

Quando não deu mais para segurar o gozo me joguei em seus braços e num beijo delicioso gozei. Gozei com sua língua invadindo despudoradamente minha boca e seus braços me apertando contra seu corpo. Eu me tremia inteira em espasmos de um gozo intenso como há muito eu não experimentava... Mas ele continuava bombando seu pau dentro de mim. Incansável. Foi inevitável outro orgasmo suceder o primeiro. Minha bucetinha escorria.

Meu barman não sossegava... e logo em seguida me colocou de quatro... e começou a lamber minhas costas... subindo com sua língua até a base da minha nuca... suas mãos acariciando minhas coxas me deixavam sem qualquer possibilidade de reação... Como se eu quisesse reagir...

- Agora você será minha cadelinha... Vou te foder de quatro bem gostoso...

- Fode... me fode meu macho gostoso... fode sua cadelinha e faz ela gozar de novo...

Eu fechei os olhos e mais uma vez me senti aquele mastro que me invadir profundamente. Eu rebolava como podia. Seus movimentos eram cadenciados e firmes. Meus seios balançavam muito e meu prazer era realmente indescritível naquele momento... - Hmmmmmmmmm.... vem...... aiiiiiiiiiiiiiii.....fode sua cadelinha...hmmmmmmmmm. Eu estava enlouquecida. Só queria me acabar em gozo e meu barman estava fazendo um excelente trabalho nesse momento.

Mais uma vez eu podia sentir meu gozo chegando... Mas dessa vez meu macho delicioso anunciou seu gozo também... Ahhhhhhhhhh.... minha putinha deliciosa.... hmmmmmmmmmmmm.... vou gozar... ahhhhhhhhhhhh...... Eu senti minhas forças faltarem e deixei meu corpo cair pesadamente sobre cama...estava trêmulo e ofegante. Nesse momento, sinto jatos de porra deliciosamente lambuzando minha bunda... minhas costas....até no meu cabelo... Escutei seu gemido de prazer (que mais parecia o urro de um animal no cio). Isso fez meu lado fêmea sorrir por ter saciado meu macho.

Senti o peso do seu corpo sobre o meu e seus beijos na minha nuca e pescoço...então ele sussurrou nos meus ouvidos... você é simplesmente maravilhosa... desse jeito posso até me apaixonar por você.

Nos lambuzamos com sua porra que estava em mim... nossos beijos deixariam qualquer ator pornô com inveja. Assim adormecemos, nos beijando e nos acariciando. Estávamos exaustos, mas extremamente saciados.



De repente sinto sua mão em minha coxa e acordo dos meus devaneios...

- Bom dia minha linda.

- Bom dia... hmmmmm..... que vergonha... eu nem perguntei seu nome ontem a noite.. o meu é Sara.

- Lancelot...

- Nossa!!! Como o cavaleiro da távola redonda?

- Sim... minha mãe adorava-o. Muito prazer em te conhecer Sara.

- O prazer é todo meu cavaleiro. O prazer é todo meu.... Mas se quiser.. pode me chamar de Guinevere...

Rimos e nos beijamos... Acho que vai começar tudo de novo.


segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Camelot mudou....

Olá amigos...

Como podem ver, a alcova mudou de cara. Essa mudança se fez necessária, devido ao fato de um blog temático (medieval no nosso caso) limitar bastante a criação de histórias e situações onde os prazeres mais explícitos podiam ser explorados.

Essa roupagem mais urbana do blog foi criada justamente para mostrar que em cada cantinho que nos encontrarmos podemos nos entregar às mais deliciosas loucuras e desfrutar de momentos realmente deliciosos.

Espero que curtam esse novo layout e acima de tudo estejam à vontade para dar sugestões.

Seu cavaleiro será seu guia e cicerone nesse ambiente do mais puro prazer.

Em breve postarei novos contos e situações vividas por esse quem vos escreve.

Divirtam-se. E acima de tudo, tenham muito prazer!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Blog de Ouro

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Confissões

Eu quase podia sentir a presença de Lancelot fora do castelo.

Em meus aposentos, à portas fechadas, estava eu, sua amante e rainha. Sempre fui uma mulher fogosa, mas nunca antes havia traído Arthur e estava frustrada por ter cedido aos pecados da carne e da luxúria, e orava a Deus por perdão. Pobre de mim. Estava à beira da loucura, e sabia que ele estava adorando tudo isso!

Lancelot rondava o castelo como uma fera cercando sua presa, procurando uma brecha para entrar. Ele sabia que Arthur estava no interior do reino resolvendo problemas burocráticos. E eu podia prever que de alguma maneira ele invadiria meu castelo. Após algum tempo, de alguma maneira que não me disse conseguiu entrar. Creio que forçou a tranca de alguma janela. Creio que nem foi tão dificil.

Mais cedo naquele dia, por um bilhete enviado por um portador, ele havia me confessado que mal podia esperar para tocar de novo minha carne macia, quente e saborosa com cheiro de suor feminino. Disse também que a primeira vez em que nos entregamos a essa luxúria proibida foi fantástica e que nunca imaginou que eu pudesse ser uma vadia tão gostosa.

Eu estava a lavar-me. De alguma maneira tentava expurgar a mácula que estava em mim. Queria lavar o cheiro e o gosto daquele homem que impregnavam minha alma. Mas sabia que era uma pecadora, e que não teria redenção. Continuei a lavar-me. Lavei todo meu corpo. Ao levar a mão em minha intimidade percebi como estava excitada. Por um momento a frustração voltou, mas ainda sim imaginei se o cavaleiro viria esta noite ou não...

Foi quando senti uma brisa gelada. Minha pele arrepiou toda e olhei para a porta de meu quarto. Queria não acreditar, mas lá estava ele... Parado, olhando com a luxúria e safadeza que tanto me atraía.

-Boa noite, rainha.

Fiquei momentaneamente sem ação. Senti uma vontade grande de gritar, mas sabia que não podia!

-Acalme-se minha flor... Quero apenas satisfazer esse desejo que está encerrado no interior dos teus pensamentos.

-Me deixe em paz! Sussurrei sem convicção alguma.

-Sua boca diz isso. Mas teu corpo... ah.. , teu corpo me deseja... - riu ao dizer isso.

-Se me tocar novamente...

-Não negue. Quero você. E a terei sempre que desejar.

Eu sabia que ele falava sério. Apesar de extremamente excitada, não queria aceitar ou demonstrar meus desejos. Apenas abaixei a cabeça. "Deus, me ajude!" - pensava.

-Será minha puta esta noite e em todas outras que o desejo me incendiar!

Eu já não sabia mais o que fazer, queimava de desejo, embora tentasse negar. Recuei um passo, mas ele caminhou em minha direção. De repente estava acuada na parede, indefesa.

-Quero você... Ele se aproximou.

"Não me deixe cair em tentação..." rezava em silêncio.

-Olhe para mim. Sei que me quer tanto quanto eu te quero. Não negue.

Eu continuava a rezar em silêncio. Buscando forças para resistir em algum ponto invisível.

"Pai nosso que estais no céu..."

Lancelot então me pegou pela cintura. Eu podia sentir sua respiração acelerada. Seu perfume me excitava. Borboletas dançavam no meu estômago. Uma lágrima de desespero escorreu-me pelos olhos. Minhas mãos suavam...

"...santificado seja vosso nome..."

Mal me lembrava que já estava nua e senti as suas mãos ásperas roçando minha perna...

-Quero você esta noite, Guinevere. Serás minha novamente...

Eu até tentava fechar as pernas para seu avanço, mas não conseguia reagir e o desejo começava a crescer também...

-Como você é quente... E me quer, não é?

Calei-me.

Lancelot me fitava os olhos. Tentei sustentar esse olhar lascivo. Tentei dominar o desejo que crescia. E foi aí que alcançou o meio de minhas coxas. Quando senti sua mão quente tocando meu sexo, suspirei. Um longo e profundo suspiro. Meu corpo se entregou. E nessa hora abri as pernas instintivamente e ansiei pelo toque mais profundo de suas mãos.

-Hum, como está molhada, minha prostituta...

"DEUS, como é bom...ahhh... não... não quero!" - remoía meus pensamentos enquanto era invadida pelos dedos do meu cavaleiro. Primeiro um... depois outro. Entravam facilmente tamanha era minha excitação. Fechei os olhos e tentei segurar um gemido de prazer que teimava em escapar de meus lábios.

-Quero sentir você derretendo em meus dedos...

"Ohhhhhhhhhh, maldito... me invade.... coloca em mim logo!". Eu pensava. Já não aguentaria muito essa tortura deliciosa.

Eu mordia meu próprio lábio com medo de deixar escapar algo. Queria pedir tudo a ele, queria ser sua fêmea, sua putinha...

-Diga que me quer, rainha. Você treme em meus braços, sei o quanto precisa disso...

-Maldito! "Hummmmm, que gostoso..."

Lancelot arranhava minhas coxas, e apalpava meus seios firme e desnudos. Invadia meu sexo com seus dedos hábeis... Eu podia sentir os mamilos durinhos ao seu toque.

"Me come... Por favor!" - Pensava já sem pudor algum.

-Não gosto de seu silêncio. Quero ouvir você implorar por mim...

Abri meus olhos e o encarei mais uma vez. Profundamente, com selvageria, mas permaneci calada. Meu olhar era explícito, de desafio, e Lancelot se alterou:

-Prostituta, quer ser bem fodida, não é? Quer me sentir bem fundo? Quer pecadora? Sei que estava rezando por ter deitado comigo. Mas sei que adora ser fodida e bem fodida por seu cavaleiro. Que dilema cruel não minha puta?

Lancelot passou então a massagear meu clitóris endurecido. Meu corpo estremeceu todo e tentei segurar um gemido forte. Meu corpo suava e eu ainda olhava para ele.

"Não me torture... Te quero, me come por favor..." - Apesar do prazer não podia me entregar.

-Peça por mim...

"Venha, eu te quero... Quero ser a mais vadia das mulheres!" - Não vou me entregar.

-Peça, puta, peça!

"Oh Deus... Porque me deixa cair nessa tentação e depois me tortura?"

Lancelot então me soltou e abriu a calça. Olhava para mim ameaçadoramente enquanto soltava o cinto.

-Veja como estou duro. Sinta.

Dizendo isso ele passou a esfregar seu membro nas minhas pernas.

"Não me faça esperar, me come cavaleiro! TE QUERO!"

-Vou te foder, minha putinha, e quero ouvir seu gemido.

Ergueu uma de minhas pernas e expôs minha boceta pela primeira vez ao seu olhar. Passou os dedos nos meus pêlos bem aparados e com um carinho profano me penetrou...

-Ahhhhhhhhhhhhh! - Não resisti e gemi forte.

Lancelot caprichou. Entrou pela umidade do meu sexo até o fundo. Penetrava-me devagar olhando para meu corpo encostado contra a parede, seus movimentos começando a acelerar aos poucos...

-Uuuuhhhhhhhhhhh... "Deus, me perdoe!"

-Estou te fodendo, cadela.

-Vem, te quero... - gemi sem pudor, confessando em voz alta pela primeira vez.

Lancelot intensificou os movimentos. Ia e voltava dentro de mim com ferocidade e até certa brutalidade.

-Meu cavaleiro, me fode... Mais forte!

Um sorriso malicioso brotou no canto da boca dele.

-Me fode, maldito! Venha para dentro de mim, mais forte! Ohhhhhhh, chamas do inferno...

Lancelot não falava mais. Soltava um grunhido às vezes e continuava a penetrar-me em inquietante silêncio. Meus seios balançavam muito e me desfazendo em prazeres proibidos joguei a cabeça para trás...

-Me come, me fode... Me faça pecar mais!

Num rompante de fúria, e erguendo mais ainda minha perna, que nessa hora já estava dolorida de tanto ir e voltar em êxtase, me penetrou novamente, o mais fundo que pôde.

-Ahhhhhhhh, goza, sou sua vagabunda! Me enche de porra!

-Puta, cadela, vagabunda... grunhia o cavaleiro, repetidamente, por entre os caninos.

Eu estava gozando. Gozando intensamente. Era daquela selvageria que eu gostava. Sentia dor em cada músculo de meu sexo, e parecia que seria empalada por aquele membro nervoso que me penetrava. Cada vez mais fundo. Cada vez mais forte!

-Me enche com sua porra. GOZA! - gritei alucinada.

Lancelot teve um violento espasmo e então soltou seu sêmem viscoso e quente dentro de mim. Eu senti o caldo espesso do meu cavaleiro escorrer por minhas entranhas...

-Me molha mais, eu quero mais. Não está quente como você gosta?

Lancelot me olhava lascivamente devido ao orgasmo que tivemos juntos. Gostou daquilo. Fez silêncio. Só se ouvia a nossa respiração ofegante. Meus seios volumosos de mamilos marrom escuros subiam e desciam cadenciados conforme me recuperava do gozo. Ele podia ouvir as batidas do meu coração, rápidas, se acalmando aos poucos.

-Me possua novamente. Te quero de novo. Venha, comece a mexer aqui dentro...

Lancelot retirou seu membro de dentro de mim. Pingava uma mistura viscosa de esperma e suco vaginal.

-Quero você, meu macho.

Lancelot se abaixou, abrindo bem minhas pernas e lambeu toda minha coxa e virilha. Lambeu deliciosamente todo o meu gozo que escorria do meu sexo. Segurei a cabeça dele entre minhas pernas e sorri feliz. Sentia-me desejada, como nunca antes. Apesar do pecado, havia entendido o que era ser mulher, no sentido carnal.

Após lamber todo o meu sexo que escorria, ele ergueu-se novamente e me fitou nos olhos. E num profundo beijo ficamos por incontáveis instantes. Eu sentindo o gosto de nosso gozo em minha boca. Isso me deixava totalmente inebriada.

Lancelot me pegou no colo e me levou para a cama. Me largou deliciosamente sobre o macio colchão e pulou como uma fera em cima de mim. Agora eu já não me negava mais ao prazer que aquele macho tinha a me proporcionar. Medos e pudores pareciam que foram deixados em uma vida passada. E o melhor de tudo...a noite estava apenas começando...

Autor: Sir Lancelot

sábado, 8 de agosto de 2009

Parabéns Guinevere

- A festa está simplesmente deliciosa minha rainha, parabéns pelo seu aniversário. Com essas palavras cumprimentei Guinevere e tirei-a para dançar. Acenando discretamente para Arthur.

A valsa embalava o salão principal do castelo em Camelot. Guinevere rodopiava sorridente nos meus braços.

- Meu pau está duro e latejando de tesão por ti senhora! Disse sem a menor cerimônia, sorrindo para ela e olhando em seus olhos. Ela sorriu e sussurrou: -És um tarado Lancelot, um tarado delicioso que me deixa molhada só de olhar essa cara de safado.

A música continuava enchendo o salão. E ninguém prestava atenção na nossa conversa. Minhas mãos deslizavam suavemente sobre suas costas, por vezes descendo até sua bunda. Claro que discretamente.

- És deliciosa meu amor. Quisera beijar-te agora e mostrar para o reino o amor que sinto por ti. Mas me resigno a amar-te calado. Meu desejo é arrancar-te toda a roupa e foder-te como um puro sangue no cio fode sua potranca.

Guinevere sorriu e fechou os olhos. Sonhadora. – Ah cavaleiro, deixas-me louca de desejos por ti. Quando falas assim sabes que fico sem defesas. Sabes que meu sexo deseja o teu despudoradamente.

- Pra que te defenderes? Se já conheces os prazeres que te proporciono e as loucuras as quais sou capaz de fazer para satisfazê-la.

- Bem sei meu cavaleiro. Se és capaz de loucuras... hummmm... bem.. Eu quero um orgasmo delicioso por presente de aniversário.

Olhei descrente para Guinevere.

Ela me deixou e foi sentar-se a mesa do outro salão ao lado de Arthur para o tão aguardado banquete que minutos depois foi servido a todos os convidados. O salão estava maravilhosamente enfeitado e com mesas compridas e decoradas de tal modo a refletir o extremo bom gosto de Guinevere. Eu me sentei na mesma mesa dela. Exatamente em sua frente. Nossos a olhares a todo momento se encontravam. Era inevitável e delicioso.

De repente sinto uma perna roçando na minha. Olhei para frente e vi seu sorriso malicioso. Aquele que somente eu sei decifrar. Senti o carinho de seu pé na minha perna... coxas... no meu pau... Olhei-a novamente espantado com sua ousadia. Ela apenas sorriu e continuou bebendo seu vinho como se nada estivesse acontecendo.

Seu atrevimento era encoberto pelas belas toalhas que magnificamente forravam a mesa. Guinevere conversava com todos animadamente e acariciava meu pau discretamente com seu pé. De repente ela sussurra algo no ouvido de Arthur, se levanta e sai da mesa. Cinco minutos depois estava de volta. Linda e graciosa.

Sentou-se novamente a mesa e me deu um sorriso largo e uma discreta piscadela. Entendendo tudo, eu já sabia exatamente o que fazer.

Levantei-me e batendo na taça com um garfo propus um brinde.

- Um brinde a essa bela mulher que temos por rainha e um brinde a esse delicioso vinho que nos dá coragem para fazer loucuras.

Todos riram e brindaram. Sentei-me sorridente como sempre. Então, descalcei um dos meus sapatos e fiz o mesmo que ela me fazia a pouco em mim. Acariciei suas pernas com meu pé. Ela sorriu discretamente. Agora o dedo do meu pé acariciava suas coxas, subindo safadamente em direção a sua flor mais desejada. Ao tocá-la, senti seu corpo estremecer. Ela nada disse. Estava sem nada por baixo do vestido. Pude sentir como seu sexo estava molhado. Ela me olhava e saboreava as delicias feitas para o deleite dos presentes.

Com os dedos dos pés eu massageava sua bocetinha. Por vezes adentrando deliciosamente em seu sexo. Eu podia sentir toda a sua umidade. Todo o desejo culminando em seu sexo pulsante e molhado. Eu me divertia com as tentativas de Guinevere de disfarçar o prazer que sentia. A cada caricia, a cada toque, um gole de vinho era tomado ou um doce saboreado o que era acompanhado de um gemido discreto: -Hummmmmm delicia. E somente eu sabendo a que ela se referia.

- Rainha o teu mel é o mais delicioso do reino. Daria tudo para provar agora desse mel que tanto adoro. Falei descaradamente. Guinevere sorriu sentindo a malicia em minhas palavras e disse: - Não tenho nenhum apicultor agora cavaleiro. Contente-se com o que tens na mesa.

Todos riram. E eu continuei acariciando-a por alguns minutos, estava ficando difícil disfarçar até que ela segurou em sua cadeira e contraiu um pouco a face já bem vermelha por causa do vinho e da loucura que estava sendo realizada ali na mesa de banquetes. Então ela relaxou o corpo e soltou um longo suspiro. Pude sentir seu gozo molhando meu pé. Sorri para ela acenando discretamente com a cabeça. Foi um orgasmo silencioso e discreto. Discreto mas intenso.

- Está tudo bem Guinevere? Arthur questionou...

- Ah meu rei, está tudo maravilhosamente bem. Não poderia estar melhor. Disse olhando em meus olhos e sorrindo. É que me lembrei do presente que Lancelot me deu. Era realmente o que eu queria.

Todos os presentes sabiam que mais cedo havia dado uma linda égua puro sangue para Guinevere como presente.

Arthur sorriu, olhou para mim e levantou a sua taça. Retribui o aceno. - Estás um pouco ofegante amor.. Tem certeza que está tudo bem? Continuou Arthur...

- É o vinho amor. Sabes que não estou acostumada. E também estou ansiosa... Sabes que não vejo a hora de poder cavalgar... Olhou para mim e calou-se, num sorriso discreto.

Arthur calou-se também e continuou a saborear o banquete. Assim como todos os presentes.

Guinevere me olhou, sorriu e disse para todos ouvirem: - Adorei seu presente cavaleiro. Obrigada pelo prazer que me proporcionou.

Com um olhar malicioso na face apenas disse: - Eu sei minha rainha. Eu sei...

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Água na boca


Não sei se foi a saudade devido ao período de ausencia por causa da guerra, não sei se foi o amor que toma-me insanamente e não me permite enxergar outra pessoa...só sei que ao chegar em Camelot tinha apenas um pensamento. Reencontrar Guinevere. Rever seus olhos e seu sorriso. Sentir seu perfume e o gosto dos seus beijos.

Ao chegar no castelo de Arthur a minha felicidade era imensa. Todos pensando que o motivo era a grande vitória que obtivemos nas batalhas travadas ao rechaçar os bárbaros que teimavam em invadir as terras da Bretanha, mas no meu íntimo eu sabia que era por revê-la. E ela estava linda ao receber os cavaleiros. Seu vestido esvoaçante. Seu cabelo bem preso e aquele sorriso que arrebatou o meu amor.

Cumprimentei-a discretamente, cheguei bem próximo ao seu ouvido e sussurrei: Quero devorar-te desesperadamente.

Ela sorriu e sussurou em reposta: Já estou com água na boca.

Era comum que as pessoas conversassem aos sussurros nesses eventos, principalmente por causa do barulho dos bardos e instrumentos musicais da festa da chegada.

Na manhã seguinte, ela saiu para cavalgar muito cedo. E foi em direção ao nosso ponto de encontro. Eu já estava lá. Um casebre na orla da floresta. Sem muito luxo. Apenas uma lareira, que já tinha acendido. Uma mesa rústica de madeira e um pequeno leito. Mas era ali que muitas vezes fugíamos para nos amar.

Nem bem ela entrou, eu já a recebi com um beijo demorado. Minhas mãos percorrendo seu corpo inteiro. Minha lingua, invadindo a sua boca. Nossos gemidos aumentavam a medida que o beijo ficava mais intenso.

- Ah minha rainha, como senti tua falta. Como senti falta do teu beijo gostoso.

- Ah meu amado cavaleiro. Também senti tua falta. Dessas tuas mãos firmes deslizando por meu corpo todo.

Sentei-a na mesa e conforme ia a beijando ia também a despindo. Em pouco tempo já estava nua e minha lingua passeava pelo seu corpo. Demorando-me nos seus seios ao qual chupava deliciosamente, arrancando cada vez mais suspiros e gemidos.

- Adoras minha lingua em tua pele não minha rainha safada. Sentiste falta dessa lingua a devorar-te toda? Como disse, vou devorar-te.

- Não tenha dó de mim cavaleiro.... hmmmmmm...Sabes que sou tua puta...hmmmmm.... e muito prezo os prazeres que me proporcionas.

Desci, beijando seu ventre e encontrei sua bocetinha muito molhada. Seu grelinho duro de tesão praticamente implorava para que eu o sugasse. O que o fiz com o maior tesão. Chupava seu grelinho e deixava minha lingua deslizar pela sua bocetinha até seu cuzinho que piscava a cada carícia. Não resisti e enfiei um dedo na sua xoxota. Ouvi um forte gemido... mordiscava seu grelinho e mexia meu dedo dentro dela... ela rebolava loucamente.

- Fode tua rainha com esse dedo safado... aiiiiiiiiii.... fode... me faz gozar seu puto gostoso.... hmmmmmmm.... Devora-me... ahhhhhhh...

O incentivo era irresistivel e enfiei também um dedo no seu cuzinho. Agora masturbava sua boceta, seu cuzinho e chupava seu grelinho. Mexia freneticamente. Ela rebolando alucinada. Literalmente devorava-a. Minha boca arrancava prazeres indiscritíveis de minha fêmea.

- Não para Lancelot... não para... me faz gozar... vai... hmmmmmmm... ai... ohhhhhh.....

Seu gozo veio intenso e deliciosamente escorreu pelos meus dedos. Suguei cada gota do seu mel. E enfiei meu dedo em sua boca.

- Sente o gosto do teu gozo. Ela chupou meu dedo como quem sugava meu pau. Nos beijamos apaixonadamente depois disso.

Nos deitamos no humilde leito do casebre e Guinevere olhando-me com cara de safada abocanhou meu pau e começou a chupa-lo deliciosamente. Sua lingua passava por toda a extensão do meu pau, e em seguida ela engolia-o. Pelo menos tentava. Deixava-o todo babado.

- Ahhhhhhh Guinevere... sabes como ninguém o que gosto...hmmmmmmm.... adoro tua boca lasciva no meu pau.... ahhhhhhhh

Ela apenas sorriu e continuou a chupar meu pau. Eu segurava-a pelos cabelos e fodia sua boca gulosa. Ela gemia despudoradamente o que atiçava ainda mais meus sentidos. O gozo não tardou a chegar. Gozei na sua boca. Gozei muito. Ela engoliu o que pode. Mas ainda sim, muita da minha porra escorria pelo canto dos seus labios.

- Adoro tua porra na minha boca meu macho. Adoro satisfazer-te.

Mais uma vez nos beijamos. Guinevere punhetava lentamente meu pau e sentir os gostos de n nossos gozos misturados em nossas bocas fez meu pau ficar novamente duro.

Coloquei-a de quatro. E sem dó, enfiei meu pau em sua bocetinha. Ela estava enxarcada. Meu pau deslizou facilmente até sumir dentro dela. Segurei-a pela cintura e comecei a fazer movimentos de vai e vem, ritimados pelos seus gemidos. Entrava e saia de dentro dela. Gemendo, falando palavras xulas e deixando-a insandecida de tesão.

- Vem minha puta... hmmmm... sente meu pau te rasgando... ahhhh... Vou te foder toda.... vou arrombar tua xoxota.... hmmmm....

- Ai cavaleiro... hmmmm... sou tua puta... tua femea.... me faz gozar de novo... ahhhhhh....

Seu corpo estremecia a cada estocada... e enquanto fodia sua xoxota... enfiei um dedo no seu cuzinho. Ela gemeu alto... e rebolava cada vez mais freneticamente... Agora fodia-a com o pau na boceta e o dedo no cu.

Antes que gozassemos, tirei o pau de sua xoxota e enfiei lentamente em seu cuzinho. Guinevere mordia os lençois na cama. Gemia despudoradamente. Pedia mais..

- Vem... ai... fode... fode... vem... aiiiii... aiiiii.... me rasga... hmmmmm... fode... vem....

Meus movimentos eram cadenciados. Entrar e sair daquele cuzinho apertado era um delírio e meus gemidos eram como urros de um animal no cio. Ver Guinevere gemendo e se masturbando enquanto a segurava pelas ancas e fodia seu cuzinho era demais para minha sanidade... E num urro de prazer gozei... Gozei deixando meu corpo cair sobre o dela. Gozei enxendo seu cu com a minha porra que fora guardada para esse momento. Ao sentir meu corpo pesando sobre o seu ela também gozou.

Ficamos ali algum tempo. Nossos corpos trêmulos, suados e extremamente colados. Nossas bocas num beijo que deixaria qualquer puritano assombrado. Minhas mãos deslizando suavemente sobre seu corpo, espalhando nossos suores e nosso gozo.

Ao sairmos do casebre o sol já estava alto e quente. Banhamo-nos despreocupadamente no riacho que passava atrás do terreno. Ver seu corpo molhado e nu contra o sol fazia meu corpo desejá-la ainda mais.

Após o banho nos despedimos, mas com a certeza de que ali fora só uma página de nossa história que estava sendo escrita nas páginas do destino.

Autor: Sir Lancelot

A saudade faz meu coração sangrar. Essas batalhas, apesar de inevitáveis, afastam-me de tua presença, mas meu coração cada dia é mais teu prisioneiro.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Clarice Lispector

“Renda-se como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece, como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.” (Clarice Lispector)

Eu até poderia discorrer, discutir, parafrasear, comentar e ainda sim, não conseguiria reproduzir com clareza o que disse Clarice.

O que os outros pensam de mim? Foda-se. Viver é mais que se preocupar com o que vão pensar. Viver é entrega. E eu me entrego a ti. Corpo, alma e desejo.

domingo, 26 de julho de 2009

Rosas por testemunha


Já havia algum tempo que meu casamento com Arthur tinha caído na monotonia. Afinal minha educação deveras religiosa me impedia de praticar certas coisas com ele. Ele ficava aborrecido, mas sempre me respeitou. O único problema é que ele trouxe para o castelo seu primeiro cavaleiro e grande amigo Lancelot.

Depois de algum tempo, passei a olhar Lancelot com olhares diferentes. Conheci sua fama de bon vivan, de bom de cama e de homem sem porto, apesar de ser casado com Eleine minha prima. Ela me confidenciava muitas coisas. E meu tesão por ele aumentava a cada dia. Inconscientemente eu comecei a me insinuar para ele, e ele claro percebeu bem rápido, mas nunca houvera uma oportunidade de ficarmos a sós.

Nunca até ontem. Eu estava no jardim do castelo colhendo algumas flores para enfeitar meus aposentos. Lancelot que vinha caminhando pela estrada até o castelo me viu e veio rapidamente até mim e ficou parado me olhando, encostado em uma mureta com os braços cruzados e sorrindo a cada besteira que me dizia. Meu coração acelerou. Seu sorriso safado já havia me ganhado e eu não resistiria a qualquer tentativa sua de me ter em seus braços. Falamos algumas banalidades por algum tempo e então ele chegou bem próximo a mim colocou uma rosa no meu cabelo, no que sorri meio sem jeito e sem o menor pudor acariciou minha bunda.

- Que bunda gostosa você tem minha rainha. És muito gostosa. Eu nunca tinha ouvido isso de alguém, quanto mais de um reles cavaleiro. Pensei em demonstrar minha indignação, mas ele me tocava tão gostoso, que resolvi ceder. A essa altura ele já tinha me levado para a estufa e me encostado na parede, num lugar onde ninguém nos acharia.

- Há tempos espero por esse encontro minha deliciosa rainha. Ele tirou o meu vestido, se grudou em mim, esfregando seu enorme cacete em mim e eu rebolava feito uma louca, gemendo bem baixinho e ele gritou comigo e me ordenou que eu gemesse alto, pra todo mundo ouvir e ainda bateu forte na minha bunda. Obedeci e comecei a gemer bem alto e ele já tinha tirado seu cacete e me mandou que virasse e ordenou:

- Chupa aqui, sua vadia, chupa meu cacete, minha puta safada. Me sentia a pior das putas, mas não conseguia resistir, pois queria ser bem fodida. Eu estava adorando aquela situação. E chupei seu pau com gosto, ele gemia de prazer com meus lábios em seu pau delicioso. Enquanto o chupava ele fazia movimentos de quem fodia minha boca. Era extasiante.

- Hoje voce vai ser fodida como uma mulher deve ser. Será minha puta e vai adorar. Eu rebolava com dois dedos enfiados na minha bocetinha que estava ensopada.

Lancelot me levantou e me beijou, eu sussurrei no seu ouvido: - Me fode sem dó, pois eu sou tua puta. Ele me penetrou de uma só vez, arrancando meus suspiros. Suas estocadas eram violentas e quanto mais forte, mais eu rebolava.

O cheiro de flores e sexo daquele lugar me enebriavam. Estava totalmente entregue aos prazeres do meu cavaleiro errante. Nem seu largo sorriso de satisfação ao me foder como umazinha qualquer que ele encontra nas vilas do reino era suficiente para me fazer repudia-lo. Eu estava simplesmente adorando toda a situação. Meu corpo tremia de prazer e sentia meu gozo muito próximo. E ele veio rápido. Intenso, sentia minha bocetinha inundada. Minha boca secara apesar dos beijos molhados dele.

Lancelot percebeu meu gozo e no momento exato sussurrou ao meu ouvido: É o primeiro de muitos minha rainha. Minha puta. Agora és minha de corpo e alma. E deitou-se em um banco que lá havia e me fez cavalgar em seu cacete muito duro.

- Rebola safada, rebola gostoso, faz teu macho gozar. Cavalga nesse teu cavalo.

- Aiiiiiii seu safado, fode tua rainha. Sou tua puta e teu prazer é o que desejo meu macho gostoso. ahhhhhhhhhh....

Eu gemia, me contorcia com o seu pau que entrava em mim e dizia que queria mais e mais. Depois de algum tempo ele gozou, me segurando pelas ancas firmemente, cravando seu pau fundo em mim e enxendo-me com seu delicioso leite. Sua expressao de prazer era o máximo e vê-lo gozar daquele jeito, fundo e forte me fez gozar novamente.

Fiquei assim não sei por quanto tempo, sendo fodida de todas as maneiras naquela estufa tendo apenas as borboletas por testemunhas oculares. Lancelot estava admirado com a minha disposição. Dizendo que eu era a mais deliciosa mulher que já tinha tido nos braços. E que agora eu a ele pertencia. E eu sabia que era a mais pura verdade. Pertencia a aquele homem de corpo e alma. Sem pudores. Apenas amor e desejo.

Quando fui embora estava saciada. Antes de sair, Lancelot me puxou pelo braço e me deu um beijo apaixonado, ao qual retribuí deliciosamente. Ele pegou a rosa que esteve no meu cabelo, colocou-a novamente no mesmo lugar e disse:

- Eu te amo. Hoje, agora e para sempre será a dona de meus pensamentos e desejos.

Saí dali com um sorriso e a certeza de que ele também me pertencia. E não importava com quem estivesse era a mim que ele desejava e seria para meus braços que correria a cada oportunidade encontrada.


Autor: Sir Lancelot

quarta-feira, 22 de julho de 2009

O despertar de um desejo

Tudo começou quando em certo final de semana que passava no castelo do rei, andando pelos corredores do castelo escutei minha rainha conversando com sua dama de companhia. Recordo-me apenas de alguns trechos e o temor de ser pego ouvindo a conversa alheia, mas a curiosidade foi mais forte que eu.

- Ah minha amiga eu estou sendo levada à insanidade. Outro dia, conversava eu com Eleine, minha prima sobre o seu marido, Lancelot, e ela estava me falando de como eles transam gostoso, de como ele é safado na cama. Ela tinha alguns receios e eu aproveitei para tirar algumas informações dela a respeito do cavaleiro. Não sei porque mas senti um calor enorme enquanto ela me falava então, depois, vim para meu quarto e me toquei despudoradamente pensando nele e sussurrando seu nome, será que estou louca?

- Guinevere, você sentiu tesão pelo Lancelot?

- Sim, e ainda mais agora que o vejo desfilando pelo meu castelo, como quem fosse dono do mesmo. Eleine me contou até o tamanho do seu membro. Fico imaginando-o com aquela cara de safado a me possuir. Ainda mais que Arthur é tão conservador...

- Fala baixo minha rainha, alguém pode nos ouvir.

Nesse instante que sua aia pediu para ela falar mais baixo consegui ouvir pouca coisa do que elas estavam falando, o fato é que depois de ter ouvido isso criei um tesão proibido por Guinevere, uma espécie de fetiche.

Alguns dias depois deste fato fomos para o castelo de veraneio do rei, e após noite de amor com Eleine fui dormir muito tarde. No outro dia pela manhã, todos sairam para caçar e eu decidi ficar dormindo, pois caçada é um esporte ao qual não sou muito empolgado. Mais tarde, escutei barulhos de panela na cozinha e logo imaginei que seria alguma criada preparando o almoço, me levantei e fui olhar. Levei um susto quando vi Guinevere. Voltei para trás antes que ela me visse, ela estava de frente para a pia e de costas para mim, fiquei atrás da parede, olhando-a com atenção e percebi que ela estava com um fino vestido, que me permitia ver todo seu corpo através do reflexo da luz do sol. Fiquei de pau duro ao ver aquele tecido marcando seu belo corpo.

Me enchi de coragem e devagar fui ao encontro dela, quando estava bem próximo a cumprimentei:

- Bom dia minha rainha.

- Bom dia cavaleiro, sabia que você estava me observando.

- É, eu estava apreciando a bela paisagem.

Dei mais alguns passos, passei minhas mãos pela sua barriga e a encochei, como ela não esboçou qualquer reação comecei a beijar seu pescoço, meu pau latejava embaixo das minhas vestes de dormir.

- Você é um tesão de mulher.

- E você é o tarado casado com minha prima.

- E agora eu quero você.

Ela virou-se e nos beijamos apaixonadamente por alguns minutos, até que ela interrompeu dizendo:

- Não temos muito tempo.

Entendi o recado, levantei sua saia e para minha surpresa ela não usava nada por baixo, com uma boceta completamente depilada e lisinha, não resisti me sentei no chão da cozinha e me deliciei com o sabor da xoxota dela, um cheiro de fêmea enebriante, suguei seu grelo e claro meti minha língua dentro daquela suculenta boceta colhendo o néctar dos deuses.

Ordenei que ela apoiasse as mãos na pia e empinasse a bunda.

Fui atendido imediatamente, deixando-me a vontade para lamber seu cuzinho rosado, arrancando dela gemidos de tesão, chupei mais um pouco sua boceta deixando-a bem molhada, depois me levantei e engatei meu membro que estava duro como uma rocha na xoxota dela que já estava enxarcada de tesão, com carinho e devagar fui empurrando enquanto ela olhava para trás e me incentivava aumentando o meu tesão.

- Isso safado, come sua rainha, coloca esse pauzão inteiro e me faz gozar, como sonhei com esse momento...

Sem piedade soquei com força e a cada estocada ela gemia e me olhava pedindo que fosse mais rápido e com força.

- Vai mete, com força, isso mais rápido...

Ela gozava intensamente e em poucos minutos percebi sua boceta encharcada, não resistindo desengatei e desci novamente para chupar aquela maravilha, lambi e chupei me saciando e sentido seu corpo estremecer denunciando uma intensa e deliciosa gozada na minha boca, ao me levantar, nos colocamos nas mesmas posições que estávamos anteriormente segurei-a pelo cabelo e a fiz olhar para mim, enterrei de uma só vez me cacete e iniciei vigorosas estocadas

- Eu já era sua nos meus pensamentos, agora também sou na realidade, me fode com gosto, era isso que você queria e eu também, minha boceta agora é sua... mete filho da puta, safado, me devora...

Não foi preciso muito tempo e muitas estocadas, com o pau latejando não suportei e despejei um rio de porra dentro dela, cuidei para que fosse bem fundo...

Sentei-a na pia e introduzi novamente meu pau já meio mole na sua gruta toda melada, no chão uma poça de esperma, ficamos ali nos beijando intensamente por vários e intensos minutos, até que levei-a no colo até o sofá, ordenei a ela ela que ficasse de quatro e devagar meu cacete começou a foder seu cuzinho.

Foi inevitável que ela reclamasse de um pouco de dor e desconforto no início, comecei a fazer movimentos de vai e vem bem devagar, seus gemidos era intensos e prazerosos, segurei pela cintura, as vezes acariciava sua bunda. Quando percebi que ela já estava mais a vontade, comecei a acelerar os movimentos, quando finalmente deixei que todo meu cacete sumisse dentro de seu cú ela soltou um gemido prazeroso, aumentei mais o ritmo, deixava meu membro sair quase que completamente para logo adentrar inteiro, Guinevere urrava, gemia...

-Meu cavaleiro, meu cú apertadinho agora é seu, aaaiiii, aaiiii, que dor gostosa... come tarado, arromba, me rasga...

Até que não aguentei, o ritmo intenso e seus incentivos, sua bunda macia me deixou alucinado de prazer, logo gozei novamente o mais fundo que pude, me debrucei sobre ela e disse.

- Que delícia de mulher que és minha rainha, estou gozando novamente.

- Isso meu amor, que pau gostoso, que virilidade, você acabou com qualquer resquício de pudor que eu possuía. Mas estou satisfeita em ser desejada, por ter me entregado a você e ao prazer.

Pedi a ela que fosse ao seus aposentos para banhar-se. Fui limpar a poça de esperma que estava na cozinha, e em seguida fui para meus aposentos onde também tomei um rápido banho. Alguns minutos depois ela entrou e foi logo dizendo:

- Sabes que estou casada há muito tempo com Arthur e sou e sempre fui uma mulher fiel... mas também sempre fui cheia de desejos e fogosa e ele sempre conservador. Todo esse tempo de casamento ele foi meu único homem, porém eu nunca havia feito sexo anal e tão pouco transado em pé segurando na pia da cozinha, espero que você não me ache uma vadia, mesmo tendo acabado de fazer tais loucuras.

- Primeiro minha rainha você é uma mulher deliciosa, eu entendo você, não se preocupe. Mas já há algum tempo amo-te silenciosamente, e é certo que eu gostaria de te-la mais vezes com mais tempo.

- Daremos um jeito, eu também já estou ansiosa, fico com pena do meu consorte, mas por outro lado não posso e não consigo mais inibir meus desejos.

- Sei que não é simples pra nós, principalmente sendo minha rainha e eu marido de tua prima, mas não vejo outra solução, pois eu não abro mão de ter você novamente.

Encerramos a conversa com juras de amor eterno.

Quando estávamos em ambientes sociais sabíamos disfarçar muito bem o que se passava entre nós e quando nos trancávamos em um quarto só parávamos quando nossos corpos estavam completamente satisfeitos.

Autor: Sir Lancelot

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Madrugada

É alta madrugada em Ban. Os únicos sons que escuto são os pios das corujas e animais noturnos fora dos meus aposantos. Aqui dentro, algumas velas cortam a escuridão total e iluminam o ambiente onde sombras bruxuleantes me fazem companhia.

Eu devia estar dormindo, mas meu corpo não deixa e queima de desejos por Lancelot. Imagino esses últimos dias e molho-me de tesão e vontade de sentir Lancelot dentro de mim mais uma vez. Sem resistir ao apelo do meu corpo, inicio leves caricias em meus seios e desço minha mão para meu sexo totalmente molhado. - Ahhhhhhh, hmmmmmm, Lancelot.. murmuro só em meu quarto.

Sem pudor,
algum já estou nua e a me tocar frenéticamente, solicitando que meu cavaleiro venha a me possuir. Meus olhos fechados, meu dedo enfiado dentro da minha bocetinha... posso sentir o toque dele e derreto-me em prazeres.

Estou louca? Sinto sua presença. É como se estivesse aqui. Não abro os olhos para não perder essa sensação. Meus gemidos tornam-se mais intensos... ahhhh... hmmmmm,.... vem..... hmmmmmm. O gozo chega, me deixando trêmula e ofegante, mas não saciada. Ah Lancelot, como eu queria a ti aqui nesse momento.

Por um instante sinto algo a tocar-me o rosto, sobressalto-me abrindo os olhos e vejo meu cavaleiro ajoelhado no meu leito, com o falo já ereto e tão próximo do meu rosto. Faço menção de dizer algo. Ele faz sinal de silêncio com aquela cara de safado que somente ele possui e chupa demoradamente meu dedo molhado de meu gozo. - Hmmmmmm que gozo delicioso, estava a te olhar há um bom tempo. Isso me desarma por completo e sem me dar tempo de reação alguma passa seu pau suavemente em meus lábios. Não resisto, e abocanho seu membro e começo a chupa-lo sofregamente. Enfio o que consigo em minha boca. Passo a língua na glande e volto a abocanha-lo. Lancelot delira com minha vontade e tesão. Ele faz movimentos de quem está a fodendo minha boca gulosa. Agora seu pau está todo molhado pela minha saliva, sinto ele pulsando em minha boca.

- Ahhhhhhh minha rainha. Hmmmmm. Como adoro sua boca deliciosa a me chupar. Ahhhhh. Faz com maestria de uma meretriz. Lancelot gemia ao tentar falar.

Eu olho para ele com cara de safada e peço languidamente: - Me fode meu amor. Fode sua putinha bem gostoso. Não aguento mais de desejo de sentir tua virilidade dentro de mim.

Lancelot me deita na cama e deita sobre mim. Seu pau desliza facilmente para dentro de mim, molhada que estou. Ahhhhhhhhh... gemo demoradamente. Ele me beija a boca. Nossas linguas degladiam em minha boca enquanto nossos corpos dançam frenéticamente numa sincronia de dar inveja aos mais calorosos amantes. Sinto seu pau entra fundo em mim, e sinto ele saindo. Sinto ele tocando no meu útero e gemo com nossas bocas coladas.

Entrelaço minhas pernas em sua cintura e ficamos nesse movimento por não sei quanto tempo, mas que para mim parece uma eternidade.

- Ahhhhh minha delicia.... és louco por vires aqui a tal hora da madrugada.... hmmmmmm.... consigo balbuciar.

- Por ti perco a sanidade meu amor. Hmmmmmm. Teu corpo já tem a medida do meu e só contigo consigo o prazer que sempre busquei em minhas andanças. Ahhhhhhhhh. És melhor que a melhor das meretrizes.

- Me Enfeitiçaste meu cavaleiro. És adepto do uso da magia por acaso? Hmmmmmmm. Não há outra explicação... ahhhhhh... contigo não tenho mais pudores... Me solto completamente, me dou inteiramente e para teu prazer e me transformo em uma vadia... hmmmmm....

Lancelot apenas sorri e me beija mais. Sinto meu corpo tremer, sei que meu gozo se aproxima rápido. Queria ficar eternamente sentindo as estocadas de meu amor.

- Vou gozar minha rainha... minha puta... hmmmmm.... vou encher-te de porra ... ahhhhhhh....

Gozamos juntos, nos beijando deliciosamente. Nossos suores misturados. Senti os jatos de Lancelot dentro de mim e senti um prazer enorme nisso.

- Eu te amo Guinevere.

- Eu também te amo meu cavaleiro.

Agora sim estava saciada. Não pelo prazer do sexo que ele acabara de me proporcionar, mas sim pelo prazer de saber que ele é meu. Assim adormeci aninhada no peito do meu amor.

Acordo sozinha e vejo a marca do crime cometido na madrugada. Meus lençóis estão manchados do nosso gozo. Ao relembrar do acontecido ondas de desejo me tomam de assalto. Começo a me acariciar lentamente... quem sabe ele não vem...


Autor: Sir Lancelot

Como são doces as madrugadas quando passadas contigo. Volto a repetir. Certas loucuras somente os amantes podem fazer.